10/05/2010

Coisas estranhas em que participo

Não foi por vontade própria. Foi mais por imposição laboral.
O papel estava entregue a outra pessoa que, à última da hora, por questões de saúde (seria mesmo?) não pôde ir.
Ainda tentei encontrar quem o substituísse, mas sem resultado. A solução foi assumir eu mesma o papel de júri num concurso de beleza local.
Ao todo éramos cinco e tivemos à nossa frente oito candidatas a miss e cinco a mister. Pergunto-me quem estaria mais nervoso: se eles, se eu, completamente inexperiente nestas andanças e sem perceber muito bem quais os critérios de eleição.
A estratégia foi dar uma pontuação semelhante a todos os candidatos e deixar a verdadeira decisão a quem supostamente percebia da coisa.
E tentar disfarçar a cara de frete.

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